O Inter em primeiro lugar

Tradição que nos une.
Pessoas que fazem
um amanhã ainda maior.

Para o Conselho de Gestão
e Conselho Deliberativo.

Chapa 3

Leonardo Aquino

Presidente
Ricardo Breier, Diogo Paz Bier, Leonardo Aquino, Carlos Massena e Eduardo Hausen, da esquerda para a direita
  • Ricardo Breier4º Vice-Presidente
  • Diogo Paz Bier(Mano Changes)1º Vice-Presidente
  • Leonardo AquinoPresidente
  • Carlos Massena2º Vice-Presidente
  • Eduardo Hausen3º Vice-Presidente

Quem somos

O primeiro lugar começa fora de campo

A Chapa 3 · O Inter em Primeiro Lugar, liderada por Leonardo Aquino, foi homologada em 9 de outubro de 2026 para disputar a eleição do Conselho de Gestão do Sport Club Internacional, triênio 2027-2029.

A candidatura nasce de uma trajetória de oposição às últimas gestões e da necessidade de renovar a forma de conduzir o Clube, sem abrir mão de sua história. Defendemos uma administração com planejamento, governança, transparência, critérios técnicos e profissionais qualificados, capaz de reorganizar estruturas, enfrentar problemas acumulados e colocar o futebol no centro das decisões.

“O futuro do Inter não é sina nem sorte. Não estamos condenados a repetir os erros do passado, tampouco podemos esperar que o acaso resolva nossos problemas. Esse futuro depende de escolhas conscientes, sustentadas por governança, transparência, critérios técnicos e pessoas qualificadas à frente de cada área.”

Leonardo Aquino

A chapa

Conselho de Gestão 2027-2029

Presidente

Leonardo Aquino

Advogado, pós-graduado em Direito Tributário (PUCRS), com formação em gestão de futebol pela FootHub e pela CBF Academy. Sócio desde 2001, conselheiro desde 2016. Foi relator da comissão que apurou irregularidades na gestão Piffero, redigiu o substitutivo da reforma estatutária e propôs ao Clube reivindicar o título brasileiro de 2005 na CBF. Conduziu a ação que garantiu os instrumentos da Guarda Popular no Gre-Nal 454.

1º vice-presidente

Diogo Paz Bier

Mano Changes

Empresário e comunicador, diretor do Sistema FIERGS e coordenador do Conselho de Articulação Política. Deputado estadual por dois mandatos e ex-diretor de Inovação e Sustentabilidade do Badesul. Participou de programas esportivos e de debate político no rádio e na TV.

2º vice-presidente

Carlos Massena

Empresário, formado em Administração e Economia, com pós em Marketing (UFRGS) e Marketing de Varejo (IBMEC-RJ). Mais de 20 anos como gerente-executivo comercial do Grupo Ipiranga. Sócio desde 1981, presidiu a Comissão de Novos Negócios (2017-2018) e foi VP de Planejamento Estratégico do Clube (2021-2023).

3º vice-presidente

Eduardo Hausen

Médico, conselheiro há 30 anos, ex-presidente da Associação Gaúcha de Otorrinolaringologia. Diretor médico da base (1999), diretor do juvenil (2000-2001) e diretor de Futebol (2013). Integrou a Comissão de Assuntos Estratégicos (2015) e a Comissão Eleitoral (2025).

4º vice-presidente

Ricardo Breier

Advogado há mais de 34 anos, doutor em Direito (Universidade de Sevilha), pós-doutor (Universidade do Minho) e professor. Presidente da OAB/RS (2016-2021) e depois membro do Conselho Federal da OAB. Conselheiro há mais de oito anos, preside a CPALER, onde coordenou a proposta de reforma estatutária de 2025.

Se trocar o presidente e não o staff, os resultados serão os mesmos.

No que acreditamos

O Inter em primeiro lugar

  1. Governança e critério técnico

    Planejamento, profissionais qualificados em cada área e o futebol no centro das decisões. A mudança precisa ser muito mais complexa que apenas um nome.

  2. Transparência e fiscalização

    O sócio tem direito de saber como o dinheiro do Clube é usado. O Conselho não pode ser um carimbo.

  3. Responsabilidade financeira

    Dívida se enfrenta com regra, não com discurso: reserva mínima no orçamento para pagar passivos. Tanto quanto arrecadar, importa como administrar o que se arrecada.

  4. O patrimônio é da torcida

    O Beira-Rio foi construído pelo torcedor e não pode ser dado em garantia. O Internacional não está à venda.

  5. Base forte, Inter forte

    Celeiro de Ases como prioridade de orçamento, CT para a base e futsal como ferramenta de formação. Raiz forte, futuro vencedor.

  6. Identidade e defesa do Clube

    Escudo e cores preservados, reconhecimento do título brasileiro de 2005, defesa da torcida contra punições coletivas e cobrança sobre a arbitragem.

Propostas

Reforma estatutária

Em julho de 2025, o Movimento Sangue Colorado protocolou no Conselho Deliberativo 21 propostas de reforma do Estatuto. Elas nasceram do estudo, da escuta e do compromisso com um Inter mais transparente, forte, estável e preparado para o futuro. Algumas delas:

Bloco 1

Raiz forte, futuro vencedor

Investimento mínimo na base
Sobe de 4% para 10% do orçamento anual, sem tirar recursos do profissional.
Fundo para o CT da base
Fundo exclusivo, com recursos vinculados e usados só na construção do CT do Celeiro de Ases.
Retomada do futsal
Investimento mínimo de 0,8% do orçamento anual; futsal como formação, inclusão social e base para escolinhas.
Escudo e terceiro uniforme
No máximo um terceiro uniforme por temporada, escudo sempre vermelho ou branco, com aprovação do Conselho de Gestão.

Bloco 2

Transparência é compromisso

Dívidas
O orçamento reserva no mínimo 7% da receita bruta do ano anterior para pagar passivos.
Percentuais de atletas
Publicação no site do Clube do percentual de direitos econômicos de cada atleta, atualizado a cada mudança.
Acesso a documentos
Conselheiros com acesso a todos os documentos, inclusive confidenciais, vedada a divulgação pública.

Bloco 3

O Inter blindado

SAF só com os sócios
Proibido transformar o Inter em SAF sem aprovação dos sócios.
Maioria qualificada para SAF
2/3 do Conselho Deliberativo e 2/3 da Assembleia Geral para qualquer deliberação sobre SAF.
Perda de mandato
Regras claras sobre as condutas que levam à perda de mandato de conselheiros e dirigentes.
Destituição de dirigentes
Rito definido, ampla defesa e maioria qualificada no Deliberativo e na Assembleia Geral.

O Beira-Rio é nosso, é da torcida do Inter.

Nossa trajetória

Oposição com trabalho feito

A chapa é sustentada pelo Movimento Sangue Colorado, grupo político do Inter fundado em 1979, com 40 conselheiros no Deliberativo.

  1. Chapa 3 · O Inter em Primeiro Lugar homologada para o Conselho de Gestão 2027-2029.

  2. Requerimento para o Inter reivindicar na CBF e no STJD o título brasileiro de 2005.

  3. Nota oficial contra votar SAF em fim de mandato: não se aprovam mudanças irreversíveis em ano eleitoral.

  4. Pedido de reunião extraordinária do Deliberativo sobre a crise da base.

  5. 21 propostas de reforma estatutária protocoladas.

  6. Voto contra as debêntures e a alienação fiduciária do Beira-Rio.

  7. Requerimentos sobre o uso de R$ 109 milhões da Liga Forte, com 154 conselheiros signatários.

  8. Parecer sobre as contas do exercício, elaborado pelo conselheiro suplente Giovani Dagostim.

  9. Chapa 03 · Reage Inter, com Camisa Vermelha, Sócio Deliberativo, Conselho Acorda e Hegemonia Colorada, recebe 4.224 votos, elege 23 conselheiros e chega a 40 cadeiras.